




A Mãe de Jesus, que guardava tudo quanto ouvia no silêncio do seu coração, Mãe do Príncipe da paz, também veio a Fátima pedir-nos que rezemos pela paz. A paz é possível, mas começa no coração de cada pessoa.

O Evangelho, por sua vez, fala-nos do nascimento desse Menino, do nascimento de Jesus dentro do quadro histórico-geográfico do tempo; fala-nos ainda do anúncio desse acontecimento e ainda nos fala do seu acolhimento. O nascimento de Jesus, que é narrado três vezes, está claramente no centro deste Evangelho.

Pelo facto de vivermos em paz, não podemos ser indiferentes a esses cenários de guerra e ao povo que sofre as suas consequências, como sejam, por exemplo, os refugiados.

A paz também depende de cada um de nós, essa paz que Jesus veio trazer mas o egoísmo dos homens não permite que ela se imponha em tantos lugares do mundo. Já assim era no tempo do Profeta Isaías. E o Profeta Isaías também dá um sinal ao rei Acaz, um sinal de paz e de esperança num mundo novo, mas o rei, infelizmente, não quis aceitar. O sinal era o nascimento de um menino, Deus connosco.
DECRETO DE PROMULGAÇÃO O Sínodo diocesano que, nas suas três fases, empenhou as cinco Comis- sões sinodais e também numerosos fiéis, sobretudo os que se

Com efeito, “a nível individual e comunitário, a indiferença para com o próximo – filha da indiferença para com Deus – assume as feições da inércia e da apatia, que alimentam a persistência de situações de injustiça e grave desequilíbrio social, as quais podem, por sua vez, levar a conflitos ou de qualquer modo gerar um clima de descontentamento que ameaça desembocar, mais cedo ou mais tarde, em violências e insegurança.

Os pastores, incontidos na sua alegria, foram ao encontro do Menino para e verem e conhecerem. Talvez aconteça connosco que, muito raramente, nos apressemos pelas coisas de Deus. Hoje, Deus não faz parte das realidades urgentes. As coisas de Deus – assim o pensamos e dizemos – podem esperar. E, todavia, Ele é a realidade mais importante, o Único que, em última análise, é verdadeiramente importante!” Bento XVI, 24/12/2012
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